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Blefaroplastia

Blefaroplastia

Face

A região palpebral costuma ser um demonstrativo de fatores que nem sempre concorrem de maneira positiva para a estética. Dentre eles pode-se citar: a idade, a textura da pele, os distúrbios de acuidade visual e, até, os problemas emocionais. Isto quer dizer que, algumas vezes, o problema estético das pálpebras pode estar ligado a fatores clínicos, não sendo, portanto, um indicativo para cirurgia. Noutras situações o problema clínico está associado ao cirúrgico e, mesmo após uma intervenção exitosa, ainda assim, poderá persistir um percentual do defeito original, decorrente do distúrbio clínico ao qual está associado.

Por tal razão, nossa Equipe Médica intervirá somente naqueles setores que possam ser beneficiados pela cirurgia, lembrando que a cirurgia plástica das pálpebras retira apenas os excessos de pele e de gordura, procurando corrigir a flacidez muscular e melhorar o aspecto funcional e estético daquelas.

Lembrar, ainda, que só a cirurgia das pálpebras, isoladamente, não proporciona um rejuvenescimento geral à face e da própria região palpebral; isto demandaria outras condutas associadas à blefaroplastia, tais como laser, toxina botulínica, preenchimentos com ácido hialurônico ou gordura, ou mesmo outros procedimentos cirúrgicos associados como minilifting, lifting temporal ou coronal.

Tipo de anestesia

Preferencialmente local com sedação, devido à pequena extensão da cirurgia e à boa qualidade dos anestésicos. Anestesia geral: utilizada apenas quando há contra-indicação clínica para anestesia local, ou quando a blefaroplastia está sendo feita associada a outras cirurgias.

Tempo de duração

1 à 2 horas

Período de internação

É variável de paciente para paciente, mas em média de 6 a 10 horas (com anestesia local). Em caso de ser necessária anestesia geral (o que é raro), este prazo pode alongar-se um pouco mais.

Evolução pós-operatória

Os pontos são retirados de 5 a 7 dias após a cirurgia, podendo permanecer por mais tempo dependendo da cicatrização de cada paciente.

Após o 8º dia de pós-operatório já se pode ter uma idéia de 50% do resultado total, o que fica melhor evidenciado na 2ª ou 3ª semana subseqüente, lembrando que esses dados são variáveis de pessoa a pessoa.

Todavia, o resultado definitivo só será efetivamente observado após o 6º mês, sendo ideal ser avaliado após 1 ano..

Quanto aos “pés-de-galinha”, mesmo que operado as pálpebras, eles não desapareceram, pois são melhores corrigidos com aplicação da toxina botulínica.

Os sulcos que permanecem são devidos à ação do músculo nessa região e, também, à perda de elasticidade da pele remanescente. Portanto para se corrigir olheiras e sulcos na região dos olhos, o ideal é associar laser e preenchimento com gordura ou ácido hialurônico. As olheiras nunca desaparecem por completo, mas ocorre melhora satisfatória com a combinação de blefaroplastia (em alguns casos), laser para manchas e vasos e preenchimento da região com gordura do próprio organismo (geralmente retirada da face interna da coxa) ou ácido hialurônico. O preenchimento melhora o efeito “sombra” que ocorre na região das olheiras com o passar do tempo pela perda de gordura que ocorre com a idade.

Cicatrizes

Sendo a pele das pálpebras de espessura muito fina (até 1 mm), as cicatrizes tendem a se confundir com os sulcos da pele, o que se dará após o período de maturação da pele que é, em média, de 3 meses. Todavia, sendo necessário, poderão ser disfarçadas com o auxílio de uma maquiagem leve, a partir do 3º dia após a retirada dos pontos.

Curativos

O paciente operado normalmente não usa curativos, apenas é recomendado que o paciente use compressas de gaze embebidas em soro fisiológico gelado, que são colocadas em cima dos olhos para dar repouso e diminuir o inchaço pós operatório.

Complicações possíveis

Cada organismo reage de maneira diferente. Assim, na totalidade de pacientes há aqueles(as) que atingem um resultado ideal, enquanto outros(as) podem apresentar resultados negativos, em maiores ou menores proporções, independentemente do trabalho médico ter sido feito com o maior zelo, perícia e cautela. Entre esses resultados negativos que, felizmente, são raros, o(a) paciente pode apresentar:

• Infecção

• Necrose de pele, por deficiência circulatória (sendo o tabagismo sua maior causa)

• Deiscência de pontos – abertura dos pontos realizados

• Trombose venosa – coagulação do sangue dentro das veias

• Complicações anestésicas – conforme o tipo de anestesia realizada – podendo acontecer alergia a medicamentos(choque anafilático), hipertermia maligna, cefaleia (dor de cabeca) pós peridural, etc..

• Mau posicionamento da palpebra inferior

• Má oclusão ocular

• Ectropios ( palpebra inferior repuxada para baixo)

• Hematomas

Cada paciente tem um tipo de resposta à cirurgia e pequenas intercorrências são comuns e totalmente controláveis. Em caso de complicações que felizmente são raras, pode haver necessidade de complemento cirúrgico para a correção.

Recomendações pré-operatórias

• Compareça ao local da cirurgia (hospital ou clínica), no horário previsto e marcado na sua guia de internação;

• Apresente-se para a internação acompanhado(a) de alguém;

• Comunique qualquer anormalidade ocorrida antes da internação;

• Não use maquiagem no dia da internação;

• Traga óculos escuros

• jejum absoluto após a meia noite do dia anterior. Não pode ingerir nem mesmo água

• trazer todos os exames pré-operatórios, mesmo que nossa Equipe Médica já os tenha visto

• não fumar, não ingerir bebida alcoólica preferencialmente 15 dias antes da cirurgia

• não tomar nenhuma analgésico ou antitérmico contendo ácido acetil salicílico como aspirina ou ginkgo biloba preferencialmente 30 dias antes da cirurgia

Recomendações pós-operatórias

• Aplique compressas de algodão, embebido em água fria filtrada ou soro fisiológico, que devem ser trocadas a cada 30 minutos, nos primeiros 3 dias;

• Não traumatize, nem coce os olhos;

• Evite vento, sol de piscina ou praia por 30 dias, pode eventualmente passar no sol usando protetor solar e óculos escuros após 5 dias.

• Use óculos escuros sempre que se expuser à luz natural;

• Alimente-se normalmente;

• Obedeça às prescrições de nossa Equipe Médica

• Volte a Clinica para fazer os curativos e as revisões nas datas estipuladas;

• Consulte essas instruções tantas vezes quantas forem necessárias;

• Após o 40º dia, poderá voltar às suas atividades físicas, podendo voltar ao trabalho após 7 dias. Apesar do maior inchaço e roxo visíveis durar em média 15 dias.

• O bom resultado final também depende de você;

Edema

O edema (inchaço) das pálpebras é comum e varia de paciente para paciente, sendo mais acentuado nos três primeiros dias do pós-operatório. Do 5º ao 8º dia já caminha para uma aparência mais natural. O uso de óculos escuros e compressas frias será extremamente útil nessa fase. O edema pode dificultar o fechamento das pálpebras durante o sono, expondo parte do globo ocular e favorecendo seu ressecamento. Para evitar tal fato é recomendável o uso de pomada oftálmica que iremos receitar. Após o 3º mês pode ainda subsistir um edema residual discreto que desaparecerá completamente entre 6 meses e 1 ano.

Manchas roxas

É comum que numa blefaroplastia se dê a formação de “manchas roxas”, que nada mais são que a infiltração de sangue na pele subjacente, podendo se espalhar também pela conjuntiva ocular. Isso se deve ao trauma cirúrgico, não se constituindo em problema, nem sendo considerada uma complicação, mas uma mera intercorrência transitória e, portanto, reversível, em nada comprometendo a visão. Geralmente desaparece entre 10 a 15 dias.

Lembrete importante

Toda cirurgia envolve risco e toda intervenção com finalidades tanto estéticas quanto reparadoras pode necessitar retoques.

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